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A Segunda Lei de Mendel

A segunda lei de Mendel ou lei da segregação independente se assemelha à primeira lei. A primeira lei trata de um fenótipo somente, enquanto a segunda lei, trata de múltiplos fenótipos simultaneamente.

Mendel em um de seus experimentos estudou a transmissão combinada de duas ou mais características. Tomando em consideração a forma e a cor de uma semente de ervilha, que podem ser, rugosa/lisa e amarela/verde, Mendel decidiu criar dois parentais puros (relembrando, uma planta pura é aquela que nas gerações seguintes apresenta as mesmas características dos pais). Um parental apresentava sementes amarelo-liso, enquanto o outro, verde-rugoso. Cruzando pela primeira vez a geração dos parentais, os filhos tiveram sementes amarelo-liso. Mendel então deduziu que o as características amarelo e liso eram dominantes em relação ao verde e rugoso. Cruzando a geração dos filhos entre si, Mendel obteve 4 tipos de sementes: amarelo-liso, amarelo-rugoso, verde-liso e verde-rugoso, nas seguintes proporções: 9/16, 3/16, 3/16 e 1/16 respectivamente.

A Segunda Lei de Mendel

Com base nesse resultado Mendel concluiu que os alelos que determinam a cor da semente segregam-se independentemente dos alelos que condicionam a forma da semente. Um gameta com um alelo para a cor amarela pode conter tanto um alelo para a forma rugosa ou lisa em iguais proporções.

Segundo o livro “Fundamentos da Biologia Moderna” por Amabis e Martho,  a segunda lei de Mendel pode ser assim enunciada: Os fatores para duas ou mais características segregam-se no híbrido, distribuindo-se independentemente para os gametas, nos quais se combinam ao acaso.